terça-feira, 25 de abril de 2017

PAINEL DE INCENTIVO SEMANAL

Painel de Incentivo Semanal com o objetivo de despertar no aluno o interesse pela aula, e o desejo de ser contemplado no final da semana com um brinde.


*Exemplos de Brindes: LÁPIS, BORRACHA, APONTADOR, PIPOCA, PIRULITO, LIVRINHOS DE HISTÓRIA etc.

Encontrei está dica no Blog da Professora Valéria - Ensinando com Carinho.

Painel de Incentivo Semanal



Ações a serem observadas:

  • Comportamento
  • Assiduidade
  • Pontualidade
  • Organização
  • Resolução de atividades de casa e sala
  • Participação nas ações da sala

O painel funcionará da seguinte forma:

  • O painel será afixado na parede em local visível
  • Converse com os alunos sobre as regras do painel
  • 10 minutos ou 5 antes de encerrar a aula, faça uma discussão sobre as estrelas
  • Quem conseguir atingir as metas do dia, ganhará uma estrela referente ao dia da semana.
  • O aluno que no final da semana (sexta-feira) estiver com estrelas nos 5 dias ganhará no final o rostinho (amarelo) de feliz e será contemplado com um brinde
  • Quem estiver com 4 ou 3 estrelas, receberá o rostinho (laranja) de se esforçar mais um pouco
  • Quem tiver apenas com 2 ou menos estrelas, receberá o rostinho (vermelho) de triste por não ter conseguido as metas estabelecidas.

Considerando o fato de serem crianças, acredita-se que o painel servirá de incentivo pelo seu desempenho, e tentarão melhorar sempre mais para obter no final da semana um bom resultado.

Obs.: As estrelas poderão ser coladas durante a semana com fita adesiva ou velcro.
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Existem várias formar de incentivar os alunos, confira outras dicas aqui do site:


ALFABETIZAÇÃO - ATIVIDADES PARA IMPRIMIR


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Obs: Clique na imagem para abrir e depois (salvar imagem como).

Tipos de Mães com a Magali – história em quadrinhos


Vejam só que graça uma historinha em quadrinhos sobre os diversos tipos de mães contada pela Magali, da turma da Mônica. Depois de lida a historinha, que tal ouvir de seus alunos quais os tipos de mães deles? Ou propor por escrito uma redação em que eles descreveriam suas mães? Fica a dica e, eu sei que muitas outras atividades podem surgir a partir da história.

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Mensagens, Frases, Figurinhas com recados para o Dia da Mães


DICAS DE ATIVIDADES E CONTEÚDOS PARA ALFABETIZAR CRIANÇAS


Imagino que vocês já devem ter se perguntando inúmeras vezes como favorecer a alfabetização inicial das crianças, não é?
Pois as dezenas de anos de experiência, a reflexão sobre a própria experiência e os meus estudos relacionados à alfabetização contribuíram para a construção de uma certeza até agora inabalável:
Para ensinar as crianças a ler e escrever é preciso trabalhar, de forma intencional e planejada, com os conteúdos e os tipos de atividades relacionados a seguir. Diariamente, com pelo menos alguns.
CONTEÚDOS
(conteúdos procedimentais
que as crianças precisam aprender com a ajuda efetiva da professora)

  • Refletir sobre a relação oral-escrito.
  • Desenvolver atenção às características da escrita quando a professora mostra onde está escrito o que se lê.
  • Analisar as características do próprio nome e dos nomes de pessoas conhecidas.
  • Utilizar, nas atividades de “ler para aprender a ler”, não só a decifração, mas também estratégias de antecipação, inferência, seleção e verificação.
  • Ajustar o que sabe que está escrito com a própria escrita (em textos poéticos conhecidos de cor ou outros que permitam esse tipo de ajuste).
  • Utilizar todo o conhecimento e os recursos disponíveis para fazer suposições sobre o que pode estar escrito e encontrar palavras em textos poéticos conhecidos em listas verdadeiras – de coisas familiares, de respostas a atividades lúdicas e outros tipos de listas que fizerem sentido.
  • Utilizar todo o conhecimento e os recursos disponíveis para escrever da forma que conseguir, sempre da melhor forma possível.
  • Desenvolver atenção para o valor sonoro convencional das letras em situações  reais de leitura e escrita de textos.
  • Escolher quantas e quais letras utilizar para escrever.
  • Interpretar a própria escritajustificando as escolhas feitas: por que sobram ou faltam letras, por que elas parecem estar fora de ordem, por que parece estar escrito errado conforme seu próprio critério etc.
  • Analisar coletivamente diferentes formas dos colegas escreverem palavras significativas para a turma.
  • Refletir sobre escolhas diferentes feitas pelos colegas em situações de trabalho em parceria.
  • Produzir escritas em parceria quando a tarefa é escrever junto e cada um deve colocar uma letra por vez, aprendendo a argumentar sobre as próprias ideias, ouvir as justificativas do colega e rever as escolhas, quando for o caso.
  • Tomar decisões diante dos desafios colocados por essas situações, confiando na própria capacidade de fazer escolhas e arriscar respostas.
TIPOS DE ATIVIDADES
(propostas para trabalhar os conteúdos procedimentais acima relacionados)

  • Escrever como conseguir.
  • Revisar coletivamente a escrita com a ajuda da professora.
  • Encontrar palavras em versos de textos conhecidos.
  • Encontrar palavras em listas de itens ou de respostas para desafios lúdicos como adivinhas ou cruzadinhas.
  • Ordenar textos poéticos conhecidos.
Bem, isso significa que todo dia deve acontecer pelo menos uma proposta de atividade assim, envolvendo um ou mais conteúdos procedimentais da lista acima. Esse tipo de atividade precisa ser uma situação-problema, de fato, desafiadora (isto é, difícil e possível ao mesmo tempo), potencializada por agrupamentos bem formados considerando o que as crianças sabem ou não e suas possibilidades de trabalhar produtivamente em interação. Garantidas essas condições didáticas, ainda mais se potencializadas com boas perguntas, que ajudem a pensar e a relacionar o que as crianças precisam descobrir com o que já sabem, em alguns meses elas compreenderão como funciona a escrita alfabética, a menos que tenha um comprometimento intelectual muito significativo. Terão, assim, conquistado a alfabetização inicial.
Pensem comigo: se for feita uma única atividade com essas características por dia, com duração de no máximo meia hora, em 200 dias letivos cada criança terá refletido durante 100 horas (cem horas!) sobre como funciona a escrita alfabética, de maneira focada, com as ajudas que precisou e com bons problemas para pensar. Como não se alfabetizar?! Como não amar as professoras que fazem isso?!!
Mas se, ao contrário, os conteúdos trabalhados forem fazer cópia, treinar sons descontextualizados, repetir e separar sílabas, reproduzir palavras com sílabas trabalhadas, formar frases, fazer caligrafia muscular e outros procedimentos do tipo estaremos roubando das crianças um tempo preciso de aprendizagem e retardando o seu processo de alfabetização. É justo?!
PS. Reparem que essas considerações dizem respeito apenas àquela meia hora diária de trabalho específico com a alfabetização inicial. Tudo o mais a abordar com as crianças (não só em Língua Portuguesa, mas nas demais áreas de conhecimento) é assunto do tempo restante que elas permanecem na escola.
Rosaura Soligo - Lattes

Plano de Aula e atividades de Ortografia - R ou rr

 

atividades r ou rr

Atividades e plano de aula para trabalhar o uso do R ou rr.






Plano de Aula sobre R ou rr

Turma: 2º ano Ens. Fundamental

- Objetivos: Facilitar a identificação do uso do “R” e do “RR” nas palavras através de reconhecimento da diferença sonora e da aplicação das regras da escrita.

- Material Utilizado:

Atividades impressas (anexos)

- Metodologia:

Ditado de algumas palavras com “R” e “RR” pedindo para que os alunos anotem estas palavras no quadrado correto, alertando que eles devem prestar atenção no som (maisforte / mais brando) (anexo 1);

Fazer a leitura coletiva do texto “O MARRECO ESPIRRO” (anexo 2) e pedir para as
crianças circularem as palavras com “RR” e pintarem as palavras com “R” (deixar claro que esse “R” deve estar no meio da palavra);

Fazer a explicação das regras de escrita do “R” e “RR” (trabalhar com o anexo 3); Voltar com eles lá para a folha do ditado e pedir para eles observarem se escreveram corretamente as palavras do ditado, pintando as que estiverem escritas no lugar correto;

A seguir será entregue aos alunos uma pequena lista de palavras para estes completem
com o “R” com o “RR”. A leitura das palavras será feita pela professora, a atividade exigirá
atenção dos alunos, pois através do som eles irão identificar e empregar corretamente o “R/ RR” (anexo 4);

Caça palavras “R” e “RR” para fixação da escrita (anexo 5);

- Avaliação:

Acompanhamento de como os alunos assimilaram o conteúdo apresentaram e resolveram as situações propostas. As dificuldades, e as facilidades demonstradas durante a aula, e durante os exercícios.
Plano de Aula r ou rr



10 DICAS DE ALFABETIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL


10 Dicas de alfabetização na Educação Infantil de acordo com a pedagoga Denise Tinoco, também especialista em Educação Infantil e Psicopedagogia. Ao contrário do que muitos pensam, não existe idade determinada para aprender a ler e a escrever. A alfabetização não se inicia aos seis anos. Para Denise, alfabetização é um processo que se dá quando a criança começa a fazer uma leitura do mundo. Por isso, esta etapa acadêmica, tem sido um grande desafio para a escola, pais e professores na contemporaneidade. “Muitos estudiosos do assunto e também alguns professores, sustentam a ideia de que somente nas séries iniciais do ensino fundamental torna-se possível principiar o processo de conhecimento das letras, grafemas, dentre outros, com a criança. Discordo, por entender que a alfabetização é um processo longo, lúdico e que precisa ser prazeroso para todos”, diz ela.
Alfabetização infantil
Nesse sentido, a pedagoga diz que, desde bem pequena, fora da escola, no ambiente familiar e em especial, na educação infantil, no início de sua escolarização, a criança precisa ter contato com o mundo escrito. “Entender a função da escrita, descobrir a sonoridade das palavras, ter entendimento sobre seus significados. Bebês, nas creches, quando escutam e interagem com um som de uma determinada música, quando aprendem a falar e associam as palavras aos seus significados, provocados por um professor, estão em processo de alfabetização”, ressalta ela. Sabendo da importância desses estímulos, Denise dá dicas de como iniciar esse processo de alfabetização na Educação Infantil, de forma lúdica e de maneira que as crianças comecem a ter contato com as primeiras palavras e letras e se divirtam.
A Alfabetização no contexto social e Lúdico
Segundo Denise, os educadores precisam encontrar nos espaços escolares um ambiente alfabetizador. “Quando contamos ou lemos histórias para os pequenos, também estamos neste processo, assim como quando trabalhamos com joguinhos e atividades lúdicas”. O reconhecimento das letras do nome é um bom exemplo sobre o fato.
Dessa forma, desde que seja feita de forma lúdica, respeitando as ideias e fases de desenvolvimento dos pequenos descritos em diferentes teorias, como Piaget, Wallon e Vygotsky e Ferreiro, pode-se planejar e realizar ótimas atividades favorecendo o processo de alfabetização dos pequenos. Entende-se que o desenvolvimento da alfabetização ocorre em um ambiente social e que estas práticas sociais, assim como as informações sociais, não são recebidas passivamente pelas crianças. “E mais, torna-se necessário que o professor considere as escritas, em todas as suas etapas, do ponto de vista construtivo, representando a evolução de cada criança, para que haja uma reestruturação interna na escola com relação à alfabetização e também no que se refere às formas de alfabetizar”, diz ela.
É importante valorizar as diferentes aprendizagens
Nem todas as crianças aprendem na mesma hora ou do mesmo jeito. Atualmente, ser alfabetizado, saber ler e escrever, tem se revelado condição insuficiente para responder adequadamente às demandas contemporâneas. Denise explica que saber ler e escrever de forma mecânica não garante a uma pessoa interação plena com os diferentes tipos de textos que circulam na sociedade. Busca-se ser capaz de não apenas decodificar sons e letras, mas entender os significados e usos das palavras em diferentes contextos e a isso se dá o nome de letramento.
Divulgação
Mas, como lidar com isso dentro da escola? Para Denise é essencial provocar o desejo que se dá, a princípio, quando os pequenos encontram um ambiente saudável, acolhedor e provocativo. “Um ambiente alfabetizador, onde é possível desenvolver um conjunto de situações de usos reais de leitura e escrita das quais as crianças têm oportunidade de interagir.” Isso fica claro no desenvolvimento da rotina, na prática das atividades psicomotoras, no relacionamento com os outros, na fala e de diversas outras formas de comunicação que vão acontecendo no cotidiano escolar. “As crianças reagem de formas diferentes, por isso o ambiente alfabetizador precisa ser planejado, arrumado, (re) organizado, adaptado para todos, sistematicamente, buscando a provocação e assimilação de hábitos de trabalho que contribuam para a independência de cada uma delas.”
De acordo com a pedagoga, quando uma criança pequena encontra uma sala de aula preparada de forma a despertar o interesse pela leitura, pela escrita e pelo manuseio do material didático, as chances de sucesso são maiores para todos. “Brincar com linguagem falada e com processo de aquisição da linguagem escrita, oferecer jogos, trabalhar com músicas, poemas, quadrinhos, imagens, obras de arte e atividades lúdicas, quando bem orientadas, certamente contribuirão para que o desenvolvimento do processo da alfabetização seja bem sucedido”, ressalta.
E de que forma podemos estimular a alfabetização?Veja 10 dicas de alfabetização na Educação Infantil e conheça técnicas para iniciar o processo de alfabetização em seus alunos:
1 – Cantando para bebês – Faixa etária: a partir de 1 mês de idade. Esta é uma atividade essencial para os pequenos, ainda nos berçários. Cantar cantigas, músicas de acalento, colocar músicas gravadas em CD ou massagear o corpinho ao som de música relaxante.
2 – E se fosse diferente? (Contação de histórias) – Faixa etária: 2 a 5 anos – Após a história, as crianças são convidadas a dramatizar os personagens da história, inventando novas falas, repetindo os diálogos que mais gostaram e modificando o seu final.
3 – A letra é? – Faixa etária: 2 a 5 anos – Com as crianças sentadas em círculo, a professora apanha de um saco surpresa, objetos conhecidos dos pequenos. Lápis, escova de cabelo, boneca, bola, pipa… Os pequenos, tendo a frente letras emborrachadas, de plástico ou madeira, são provocadas a apontar a primeira letra que compõe o nome de tal objeto.
4 – Quando falo isso, você lembra de? – Faixa etária: 3 a 5 anos – O professor fala a palavra Futebol e uma criança fala: Bola. Daí a professora retoma: Bola lembra? Parquinho. E parquinho lembra? Areia e assim busca-se o desenvolvimento do raciocínio lógico e significação das palavras.
5 – Bingo dos nomes – Faixa etária: 3 a 5 anos – Os alunos recebem uma placa com seu nome, separado por letras. O professor retira do saco letras do alfabeto. Na medida em que as letras saem, os alunos são convidados a colocar tampinhas com as referidas letras, em cima da placa com o seu nome.
6 – Dominó dos nomes dos colegas – Faixa etária: 2 a 5 anos – Feitos com caixas de leite e forrados com papel camurça, o dominó apresenta nomes e fotos dos colegas. Ao jogar, a criança aprende o nome dos colegas e também as letras que compõe seus nomes. Uma variação bem legal é trocar a foto por letras iniciais dos nomes dos colegas.
7 – Como é que se escreve? – Faixa etária: 4 a 5 anos – Após a contação de uma história, as crianças são provocadas a montar nomes dos personagens ou de objetos, buscando as letras em jornais e revistas. Em seguida vão procurar no texto do livro de história, uma frase onde esta palavra apareça e transcreve-la para uma folha e ilustre, buscando interpretar a escrita destacada.
8 – O nome é? – Faixa etária: 3 a 5 anos – As crianças saem, com o professor, nomeando partes significativas da escola. E colando plaquinhas com os seus respectivos nomes para sua identificação. Depois, com pranchetas, são provocadas a reescrever os nomes que reconheceram: PORTA, JANELA, ARMÁRIO dentre outros.
9 – Festival de poesia – Faixa etária: 3 a 5 anos – As crianças são convidadas a declamar pequenos poemas, selecionados pelo professor. Desta forma favorecemos a atenção, concentração e memória.
10 – Sequência de quadrinhos – Faixa etária: 2 a 5 anos – A professora disponibiliza uma sequência lógica e curta de quadrinhos (retirada de um gibi) e a criança refaz a cena, colocando-a em ordem sequencial crescente.
Fonte: Revista Guia Infantil